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XXIX Domingo do Tempo Comum
Vangelo - 20 Outubro 2.013
Uma reflexão


Dar à Cesar o que é de Cesar
 e à Deus o que é de Deus.

No tempo de Jesus a Palestina estava sob o domínio do Imperio Romano e na moeda que circulava estava a imagem do Imperador. Isto era intolerável para os judeus de consciência reta e era muito revoltante pagar os impostos ao Imperador, como ele fosse o Senhor do povo. Essa realidade juridica ensejou aos inimigo de Jesus armar-lhe uma cilada bem maliciosa. Organizaram um grupo composto de fariseus e herodianos e foram perguntar a Jesus se era licito ou não pagar tributo a Cesar. Se Jesus respondesse que era lícito estaria se colocando ao lado dos publicanos que eram os que recolhiam os tributos, muito odiados pelo povo, mais ainda, contrariando o sentido teocrático nacional de Israel, sem falar que estaria se colocando contra sua propria declaração de que Ele era o Messias. 

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Se respondesse que não era licito poderia ser acusado de estar preparando uma rebelião contra o poder de Roma. Mas, a pretensão desses tentadores se esfaleceu diante da sabedoria do Divino Mestre. Ele não se deixou levar por nenhum dos lados da questão, fundada numa questão muito pequenas diante da grandeza do reino de Deus.Deu uma resposta nem de direita e nem de esquerda e pediu-lhe que lhe mostrassem uma das moedas do imposto. Eles lhe apresentaram um denário justamente aonde estava a imagem do imperador com seus tributos de honra e disse a eles: de quem é essa imagem e esta inscrição que aqui está ?  Eles responderam: de Cesar. Pois então declarou Jesus: dêem a Cesar o que é de Cesar e a Deus  o que é de Deus. (Mt. 22.19.21)



Querendo ou não querendo essa era a situação de fato naquele periodo: os romanos dominavam o país e a moeda devia ser aceita normalmente e o povo não podia deixar de pagar os impostos devidos.  São Paulo irá lembrar os deveres dos cristãos perante os poderes públicos e irá dizer explicitamente: " pague-se o imposto a quem  deve ser pago (Rm 13.7 )" Vamos completar o comentario com três reflexões que nos parecem indispensaveis. A primeira é que não se pode aceitar a oposição entre o que é de Cesar e o que é de Deus no sentido em que a tomam  alguns falsos interpretes da Escritura que dizem que isso significa que à Igreja não  pode interessar-se de assuntos politicos, que é um problema dos profissionais da politica e que a Igreja só deve preocupar-se dos assuntos  estritamente religiosos.



Como se a fé não tivesse a função de iluminar com a verdade todas as realidades da terra.  A segunda reflexão é que quando dizemos de dar a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus nunca podemos deixar de lado Deus. Também nossos compromissos com o país, com a economia, politica, cultura, trabalho e progresso devem sempre respeitar os mandamentos de Deus: em tudo e absolutamente em tudo Deus deve estar presente. A terceira reflexão é a que a imagem de Deus  que está muito em nós, deve ser muito mais do que estava a imagem do Imperador retratada na moeda do imperio. Deus nos criou à sua imagem e semelhança  e nós trazemos essa marca. A Ele devemos voltar, pois é um direito Dele e um dever nosso. Enfim, os impostos devem ser pagos, sim, pois são usufruidos pelo bem comum e pela justiça social e a imagem de Deus deve estar sempre viva em nós, pois Ele é o Senhor de todos os bens, sejam materiais quanto  espirituais......

DOTT. ALBERTO ROSSINI




Preghiere

Preghiera di San Bernardo

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Preghiera di San Bernardo

O tu che nell’instabilità continua della vita presente
t’accorgi di essere sballottato tra le tempeste
senza punto sicuro dove appoggiarti,
tieni ben fisso lo sguardo al fulgore di questa stella
se non vuoi essere travolto dalla bufera.